lunes, agosto 25, 2008

Samba Saravah

Samba Saravah

Être heureux c’est plus ou moins ce qu’on cherche.
J’aime rire, chanter et je n’empêche
Pas les gens qui sont bien d’être joyeux.
Pourtant s’il est une samba sans tristesse,
C’est un vin qui ne donne pas l’ivresse.
Un vin qui ne donne pas l’ivresse,
Non ce n’est pas la samba que je veux.

Faire une samba sans tristesse c’est aimer une femme qui ne serait que belle. Ce sont les propres paroles de Vinicius de Moraes, poète diplomate auteur de cette chanson et comme il le dit lui-même, le blanc le plus noir du Brésil. Et moi qui suis peut-être le Français le plus brésilien de France, j’aimerais vous parler de mon amour de la samba, comme un amoureux n’osant pas parler à celle qu’il aime, en parlerait à tous ceux qu’il rencontre.

J’en connais que la chanson incommode,
D’autres pour qui ce n’est rien qu’une mode,
D’autres qui en profitent sans l’aimer.
Moi je l’aime et j’ai parcouru le monde
En cherchant ses racines vagabondes.
Aujourd’hui pour trouver les plus profondes,
C’est la samba-chanson qu’il faut chanter.

João Gilberto, Carlos Lyra, Dorival Caymmi, Antonio Carlos Jobim, Vinicius de Moraes, Baden Powell qui a fait la musique de cette chanson et de tant d’autres, vous avez mon salut. Ce soir je voudrais boire jusqu’à l’ivresse pour mieux délirer sur tous ceux que grâce à vous j’ai découvert et qui ont fait de la samba ce qu’elle est, saravah…
Pixinginha, Noel Rosa, Dolores Duran, Silvio Monteiro et tant d’autres. Et tout ceux qui viennent, Edu Lobo, et mes amis qui sont avec moi ce soir, Baden bien sûr, Ico, Oswaldo, Bidgi, Oscar, Nicolino, Milton, saravah…
Tous ceux-là qui font qu’il est un mot que plus jamais je ne pourrai prononcer sans frissonner, un mot qui secoue tout un peuple en le faisant chanter, les mains levées au ciel : samba.

On m’a dit qu’elle venait de Bahia,
Qu’elle doit son rythme et sa poésie à
Des siècles de danse et de douleur.
Mais quelque soit le sentiment qu’elle exprime,
Elle est blanche de formes et de rimes.
Blanche de formes et de rimes,
Elle est nègre, bien nègre dans son coeur.



SAMBA SARAVAH
This scene from Claude Lelouch's 1966 film "Un homme et une femme" does not merely pay homage to the sensual musicality of the Brazilian samba; it is also a celebration of the love between a man and woman, flashbacks of a lost love.
The song, along with the rest of the music that appears in the film, is scored by Baden Powell. The lyrics were penned by Francis Lai, and the song is recorded by Pierre Barrouh. Pierre Barrouh himself is seen in this clip playing opposite Anouk Aimee as her husband.

Samba Saravah is a musical sequence from Claude Lelouch's movie Un Homme Et Une Femme, one of my all-time favourites. It's hard to believe now that when this film appeared in England in 1966, the censors gave it an X certificate. Times have certainly changed... It's essential to see this movie in French, with subtitles if necessary. The French language (and this movie) has a rhythm, a style and a soul to it that just doesn't translate into English. Every time that I hear this music, the words go on dancing in my head for hours afterwards: ..."Mais quelque soit le sentiment qu'elle exprime, Elle est blanche de formes et de rimes. Blanche de formes et de rimes, Elle est nègre, bien nègre dans son coeur..." You will find all the words of this song (with a translation) here. Click the picture above to play the video - it will open in a separate window. I had to add a couple of pictures of the beautiful Anouk Aimée...

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Album: A Man and a Woman (Un Homme et une Femme)
Artist: Francis Lai
One of the finest soundtrack albums of the 1960s came in 1966, when Francis Lai composed much of the music for Claude Giroux's French film A Man and a Woman (Un Homme et une Femme in French). Most European films enjoy very little publicity in the U.S., but A Man and a Woman was an exception because the soundtrack was so superb. With this classic LP, Lai and his allies (who include arrangers Maurice Vander and Ivan Julien) brought together French pop, jazz, and the Brazilian bossa nova (which Antonio Carlos Jobim, Stan Getz, and João Gilberto had popularized in the early 1960s). The bossa nova was as hot in Europe as it was in North America, and France's interest in Brazilian music is underscored by sensuous, caressing Lai offerings like "Aujourd'hui C'est Toi" and the famous title song -- all of which feature French vocalists Nicole Croisille and/or Pierre Barouh. While Lai composed most of the melodies, Barouh provided the French lyrics -- including some lyrics that he wrote for Brazilian composer Baden Powell's "Samba Saravah." Barouh has a soft, gentle quality to his voice, and he frequently brings to mind another gentle singer: João Gilberto. A five-star collection of mood music, this soundtrack has held up extremely well over the years. ~ Alex Henderson, All Music Guide

Samba da Bênção Vinicius de Moraes

Composição: Vinicius de Moraes / Baden Powell

Cantado

É melhor ser alegre que ser triste
Alegria é a melhor coisa que existe
É assim como a luz no coração

Mas pra fazer um samba com beleza
É preciso um bocado de tristeza
É preciso um bocado de tristeza
Senão, não se faz um samba não

Falado

Senão é como amar uma mulher só linda
E daí? Uma mulher tem que ter
Qualquer coisa além de beleza
Qualquer coisa de triste
Qualquer coisa que chora
Qualquer coisa que sente saudade
Um molejo de amor machucado
Uma beleza que vem da tristeza
De se saber mulher
Feita apenas para amar
Para sofrer pelo seu amor
E pra ser só perdão

Cantado

Fazer samba não é contar piada
E quem faz samba assim não é de nada
O bom samba é uma forma de oração

Porque o samba é a tristeza que balança
E a tristeza tem sempre uma esperança
A tristeza tem sempre uma esperança
De um dia não ser mais triste não

Falado

Feito essa gente que anda por aí
Brincando com a vida
Cuidado, companheiro!
A vida é pra valer
E não se engane não, tem uma só
Duas mesmo que é bom
Ninguém vai me dizer que tem
Sem provar muito bem provado
Com certidão passada em cartório do céu
E assinado embaixo: Deus
E com firma reconhecida!
A vida não é brincadeira, amigo
A vida é arte do encontro
Embora haja tanto desencontro pela vida
Há sempre uma mulher à sua espera
Com os olhos cheios de carinho
E as mãos cheias de perdão
Ponha um pouco de amor na sua vida
Como no seu samba

Cantado

Ponha um pouco de amor numa cadência
E vai ver que ninguém no mundo vence
A beleza que tem um samba, não

Porque o samba nasceu lá na Bahia
E se hoje ele é branco na poesia
Se hoje ele é branco na poesia
Ele é negro demais no coração

Falado

Eu, por exemplo, o capitão do mato
Vinicius de Moraes
Poeta e diplomata
O branco mais preto do Brasil
Na linha direta de Xangô, saravá!
A bênção, Senhora
A maior ialorixá da Bahia
Terra de Caymmi e João Gilberto
A bênção, Pixinguinha
Tu que choraste na flauta
Todas as minhas mágoas de amor
A bênção, Sinhô, a benção, Cartola
A bênção, Ismael Silva
Sua bênção, Heitor dos Prazeres
A bênção, Nelson Cavaquinho
A bênção, Geraldo Pereira
A bênção, meu bom Cyro Monteiro
Você, sobrinho de Nonô
A bênção, Noel, sua bênção, Ary
A bênção, todos os grandes
Sambistas do Brasil
Branco, preto, mulato
Lindo como a pele macia de Oxum
A bênção, maestro Antonio Carlos Jobim
Parceiro e amigo querido
Que já viajaste tantas canções comigo
E ainda há tantas por viajar
A bênção, Carlinhos Lyra
Parceiro cem por cento
Você que une a ação ao sentimento
E ao pensamento
A bênção, a bênção, Baden Powell
Amigo novo, parceiro novo
Que fizeste este samba comigo
A bênção, amigo
A bênção, maestro Moacir Santos
Não és um só, és tantos como
O meu Brasil de todos os santos
Inclusive meu São Sebastião
Saravá! A bênção, que eu vou partir
Eu vou ter que dizer adeus

Cantado

Ponha um pouco de amor numa cadência
E vai ver que ninguém no mundo vence
A beleza que tem um samba, não

Porque o samba nasceu lá na Bahia
E se hoje ele é branco na poesia
Se hoje ele é branco na poesia
Ele é negro demais no coração

sábado, agosto 23, 2008

Greenpeace: No a los transgénicos. Firma

Los riesgos sanitarios a largo plazo de los Organismos Modificados Genéticamente (OMG) presentes en nuestra alimentación o en la de los animales cuyos productos consumimos no se están evaluando correctamente y su alcance sigue siendo desconocido. Nuevas alergias, aparición de nuevos tóxicos y efectos inesperados son algunos de los riesgos. Además, los OMG son un grave problema ambiental y refuerzan el control de determinadas transnacionales que están destruyendo la agricultura sostenible.
Por ello, en su afán de facilitar información al consumidor y garantizar su derecho de elección, Greenpeace publica la Guía Roja y Verde de Alimentos transgénicos En ella se presentan listas actualizadas con las políticas de cada uno de los fabricantes de alimentos y de los supermercados, con información detallada de productos y marcas que contengan transgénicos o en cuya fabricación hayan sido utilizados derivados de cultivos transgénicos.

Sin embargo, muchas de estas empresas no han querido facilitarnos la información que les pedimos. Por ello figuran en la lista roja (productos cuyos fabricantes no garantizan a Greenpeace ausencia de transgénicos o sus derivados- en sus ingredientes o aditivos).
Para garantizar una cadena alimentaria libre de transgénicos y de sus derivados, debemos seguir rechazando su empleo por parte de la industria. Únete a Greenpeace y ayúdanos a que estas empresas dén los pasos que nos permitan incluírlas en la lista verde. ¡PIDE a estas empresas que abandonen su política de opacidad e informen a Greenpeace sobre la presencia o no de transgénicos en sus productos!
EL siguiente mensaje será enviado automáticamente a las direcciones de correo electrónico de las empresas que no quieren ofrecernos la información adecuada.
¡Exije que no utilicen transgénicos!
Si necesitáis contactarnos para enviarnos las respuestas de las empresas puedes escribir a informacion@greenpeace.es

Estimado/a Sr./Sra:
Me preocupa mucho la utilización de transgénicos en los alimentos. Ya se han documentado muchos de los efectos globales de este tipo de organismos, y como consumidor me gustaría poder decidir.
El 18 de abril de 2004 entraron en vigor los nuevos reglamentos de etiquetado y trazabilidad de alimentos y piensos modificados genéticamente; en virtud de estas normas, deben ser etiquetados los productos que deriven de cosechas transgénicas. Sin embargo, el etiquetado tiene grandes vacíos legales que permiten la entrada de transgénicos en los alimentos. Con el etiquetado no es suficiente.
Quiero estar correctamente informado sobre lo que consumo. Para ello, una vez más, le pido que se ponga en contacto con Greenpeace y den los pasos que permitan a dicha organización incluir los productos de su empresa en la lista verde, junto con las empresas responsables que garantizan la ausencia de OMG en sus productos.
Por mi parte, condicionaré mis opciones de consumo a su cambio de actitud.
Muchas gracias.
Firma la petición

Corrupción y poder. JOSÉ VIDAL-BENEYTO

Corrupción y poder. JOSÉ VIDAL-BENEYTO. EL PAÍS - Internacional - 26-07-2008
Los dos términos que encabezan esta columna forman una indisociable pareja que protagoniza uno de los comportamientos más frecuentes y lamentables de nuestra triunfal democracia capitalista, cuya ilustración paradigmáti
ca representan hoy los antagónicos destinos, uno en la derrota, el del periodista Denis Robert, y otro en la apoteosis del triunfo político-empresarial, el de Silvio Berlusconi. El primero es un escritor francés y obstinado profesional de la investigación periodística, Denis Robert, cuya actividad de base es el periodismo, que logra reunir en 1996 a siete grandes magistrados anticorrupción y lanza con ellos el Llamamiento de Ginebra, que quiere ser la convocatoria de una acción contra el capitalismo negro y la criminalidad financiera organizada.
A golpe de libros de ensayo en los que presenta análisis de casos concretos, siete libros en los últimos diez años; de obras de ficción, ocho novelas sobre la misma problemática en el mismo periodo de tiempo; así como de una combativa filmografía, que cuenta ya con seis películas, siempre con variaciones sobre los malhechores de cuello blanco; y sobre todo gracias a una incansable movilización personal de todos los instantes, de la que da cuenta diaria en su blog La dominación del mundo, se ha convertido en el gran debelador de la corrupción financiera mundial. Su acción se centra en la denuncia de las trampas y turbiedades de los paraísos fiscales, y más concretamente de las prácticas de las cámaras de compensación bancaria, concretamente en las de Clearstream, basada en Luxemburgo, que conjuntamente con Euroclear, representan las dos principales sociedades mundiales de clearing (compensación) financiero, instrumentos absolutamente indispensables para el buen funcionamiento de la globalización financiera, y según los datos que aporta nuestro autor, insustituibles en las prácticas de fraude fiscal masivo y de blanqueo de dinero.
Lo que tenía que producir y produjo el enfrentamiento con la poderosísima Clearsteam, cuyas prácticas expuso en sus libros Revelaciones y La Caja Negra, publicados en España por Ediciones Foca y en su documento audiovisual Los Disimuladores o el asunto Clearstream contado a un obrero de Daewoo. Lo que se ha traducido en su inculpación en 32 procedimientos judiciales, en el acoso incesante judicial de que le han hecho objeto los inspectores judiciales luxemburgueses, con más de 200 visitas de control personal y profesional, sin olvidar la inverosímil condena por difamación al pago de 12.500 euros, impuesta por un tribunal de Burdeos por afirmaciones, que para un profano parecen muy moderadas y que fueron pronunciadas hace más de dos años, al igual que la reclamación por el Tribunal de Luxemburgo (audiencia civil) de 100.000 euros de indemnización por los 421 ejemplares vendidos en dicho país del libro Clearstream, o la reciente acusación de la fiscalía de París contra él por abuso de confianza con dolo y por robo de documentos bancarios.
Sin citar los reiterados intentos de embargo de sus bienes y el insoportable hostigamiento de todas las fuerzas que el gran poder social y político de Clearstream ha sido capaz de movilizar contra él.
Frente a ellos, Denis Robert sólo cuenta con los irrecuperables de la izquierda social e ideológica, en especial ATTAC, y con los últimos escasos reductos de la honestidad política de los partidos de la izquierda clásica. En esta situación ha decidido tirar la esponja, como acaba de anunciarnos en un vencido e-mail a los amigos con cuya, tan poco eficaz solidaridad, todavía cuenta. "Tengo la impresión, escribe, de ser más perseguido y sancionado por informar sobre la delincuencia financiera que si hiciera una apología del nazismo... mi blog está vigilado... Queríais destruirme y arruinarme... Queríais que me callara, pues me callo. Pero muchos juicios siguen aún suspendidos y todavía es posible una comisión de investigación del Parlamento Europeo. A todos los que me han acompañado en este trabajo os digo: gracias y perseverad. La lucha sigue aunque ahora tenga que callarme".
Simultáneamente asistimos a la apoteosis de Silvio Berlusconi, de quien su antecesor en la jefatura del gobierno italiano, Romano Prodi, decía que acabaría comprándolo todo, tal vez salvo el papado. Pero la nutrida saga político-judicial del Caimán, como le llaman en su país, de la mano de su abogado británico, David Mills, no cabe aquí y habrá que dejarla para otro día.

Ecologistas en acción: CIBERACCIÓN: Baja los humos de los coches. Firma

CIBERACCION: Baja los humos de los coches

Petición a los europarlamentarios y Ministros de Medio Ambiente [1]

REMITE:

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lunes, agosto 18, 2008

Las patatas fritas contienen una sustancia cancerígena llamada glicidamida

Las patatas fritas contienen una sustancia cancerígena llamada glicidamida. EFE. 18.08.2008 - 18:49h
Las patatas fritas de bolsa
y caseras podrían contener una sustancia cancerígena denominada glicidamida, según comunicaron hoy científicos de la Universidad Técnica de Múnich (TUM, en alemán).
Hasta la fecha, se conocía que la glicidamida era obtenida por el cuerpo al metabolizar el hígado la acrilamida, que es, a su vez, otra sustancia química que se encuentra en las patatas fritas y otros productos que han sido fritos a altas temperaturas.
Sospecha confirmada
Pero dicho estudio alemán han confirmado algo que se sospechaba desde hace tiempo: que la glicidamida también se genera en la preparación de fritos a altas temperaturas.
Al igual que la acrilamida, esta sustancia supuestamente cancerígena se produce a partir de que el aceite supera los 120 grados centígrados, aunque las concentraciones realmente peligrosas se cree que empiezan a partir de los 180 grados.
Los científicos -que analizaron diez tipos de patatas fritas de bolsa o "chips", tres tipos de patatas listas para freír y patatas fritas al estilo casero- hallaron glicidamida en concentraciones entre los 0,3 y los 1,5 microgramos por kilogramo, mientras que las de acrilamida era de 300 a 600 microgramos por kilo.
A pesar de la diferencia de las cantidades, los científicos han evaluado que la presencia de la glicidamida es significativamente más peligrosa para la salud humana que la de la acrilamida.
Incluso otro estudio realizado por científicos de la Universidad de Kariserslautern reveló que hasta los niveles más nimios de glicidamida han generado mutaciones a nivel celular en animales.
Un consejo de los expertos
Los expertos recomiendan, al igual que en el caso de la acrilamida, cocinar con temperaturas más moderadas, siguiendo la consigna de "dorar y no carbonizar", con tiempos de fritura cortos y no superiores a los 175 grados.

Un estado del Este de la India pide comer ratas ante la crisis alimentaria

Un estado del este de India está animando a la gente a que coma ratas en un esfuerzo por combatir la subida de los precios de los alimentos y ahorrar las existencias de grano.
Las autoridades de Bihar, uno de los estados más pobres de India, están pidiendo tanto a ricos como a pobres que empiecen a comer ratas para reducir la dependencia del
arroz. Planean incluso ofrecerlas en los menús de los restaurantes.
"Comer ratas servirá para dos propósitos: impedirá que las ratas se coman los granos y simultáneamente elevará nuestras reservas de grano", dijo Vijay Prakash, un responsable del departamen
to de asistencia pública del estado.
Una alternativa saludable
Según las autoridades casi el 50% de las reservas de grano en India se las comen lo
s roedores, tanto en los campos como en los almacenes. Jitan Ram Manjhi, el ministro de bienestar de castas y tribus de Bihar, aseguró que comer ratas era una alternativa saludable al costoso arroz o los granos, y que deberían comerlas todos sin excepción.
"Somos muy serios en implementar este proyecto ya que la crisis alimentaria se está volviendo muy grave día a día", dijo a Reuters Manjhi, que ha comido ratas.
En Bihar, la rata es comida por los mushars, un grupo de la casta inferior de los hindúes, así como una de las secciones más pobres de la sociedad.

domingo, agosto 17, 2008

Saudi man kills daughter for converting to Christianity

Saudi man kills daughter for converting to Christianity. By Mariam Al Hakeem, Correspondent. Published: August 12, 2008, 18:34
Riyadh: A Saudi man working with the Commission for Promotion of Virtue and Prevention of Vice recently killed his daughter for converting to Christianity.
According to sources close to the victim, the religious police member had cut the tongue of the girl and burned her to death following a heated debate on religion.
The death of the girl sent shockwaves and websites where the victim used to write with various nick names have allocated special space to mourn her, while some others closed temporarily in protest.
According to the Saudi Al Ukhdoud news website, the victim wrote an article on the blog of which she was a member under the nickname “Rania” a few days before her murder.
She wrote that her life became an ordeal after her family members grew suspicious about her after a religious discussion with them.
She said that her brother found some Christian articles written by her as well as a cross sign on her computer screen. Since then he started to insult her and blamed the internet for pushing her to change her religion.
The “Free Copts” website published a message which it received from a friend of the victim, revealing that the killer is in police custody and that he is being investigated for an honour related crime.
Saudi religious scholars have frequently warned against the dangers of Christian internet websites and satellite TV channels which attract Muslim youngsters to change their religion.
They decreed that watching these channels or browsing these websites which call for conversion to Christianity by various means is against the teachings of Islam.

Nudismo sí... pero para los demás

Nudismo sí... pero para los demás

El Barómetro de esta semana deja de lado los políticos y la crisis económica… para centrarse en el nudismo. ¿Qué opinan los españoles sobre esta práctica?

laSexta|Noticias

A juzgar por los resultados, la mayoría está a favor, casi la mitad de los encuestados ve bien esta costumbre, en concreto el 48.7%.

Sin embargo, aunque casi la mitad esté a favor, solamente el 14,5% lo ha practicado alguna vez.

Hay un 12% de los encuestados que ha declarado estar en contra del nudismo. ¿Vendedores de bañadores o pudorosos? Lo cierto es que el número de personas que muestra indiferencia (el 39,1%) es mayor que el de aquellos que se posicionan en contra.

Lo que está claro es que, aunque el nudismo no tenga mala publicidad, todavía está muy lejos el día en que sea una práctica habitual.

El sur es más nudista

Este verano se espera que 2 millones de nudistas hayan paseado por nuestras costas, la mayoría de ellos lo harán en Andalucía, que es la comunidad con más kilómetros de playa para este colectivo, en concreto, 130.

Además, la tendencia de lo que dicen "es un estilo de vida" se ha doblado con respecto a los últimos diez años. Estar en contacto con la naturaleza y evitar las marcas del bañador son los principales argumentos esgrimidos por sus practicantes.

sábado, agosto 09, 2008

Cambio de propiedad en el mercado inmobiliario: Fincas Corral tiene nuevo dueño, Josep Xicola

Cambio de propiedad en el mercado inmobiliario: Fincas Corral tiene nuevo dueño
Continúa el movimiento en el sector del “ladrillo”. Fincas Corral, la red de intermediación inmobiliaria creada por Calixto Corral hace más de dos décadas, ha sido vendida en su totalidad a un grupo de inversores procedentes de diversos sectores y cuya identidad no ha trascendido. Se desconocen también las cifras de la operación, si bien desde la nueva dirección se ha manifestado la disposición a “inyectar los recursos necesarios” para reflotar el proyecto.

La brutal crisis que afecta al sector inmobiliario desde hace tiempo se ha cobrado una nueva “víctima”: Calixto Corral, fundador de Fincas Corral, una de las principales redes españolas de intermediación inmobiliaria, ha vendido en su totalidad tanto la marca como el conjunto del grupo empresarial “a un núcleo de inversores provenientes de los sectores de la hostelería, la alimentación y la electrónica”, según un comunicado de la propia cadena, en el que no se identifica ni la identidad de los nuevos propietarios ni el monto de la operación.

Asimismo, se informa de los nuevos dueños tienen la voluntad de “reflotar el proyecto inmobiliario del grupo empresarial, así como a inyectar los necesarios recursos financieros para colocar a la compañía en situación de viabilidad”.

Cierre de oficinas
Precisamente hace un año se conocía el cierre de la mitad de las oficinas de la red –que llegó a superar las 300 agencias en nuestro mercado– como medida de “ajuste” a la situación del sector. Casi al mismo tiempo, la cadena ponía en marcha Servicing, la marca con la que Fincas Corral se adentraba en el sistema de franquicia como modelo de crecimiento, y con la que a principios de año dio los primeros pasos de su expansión en Centroamérica.

Sin embargo, la cruda realidad del sector inmobiliario finalmente ha obligado a la central a vender la compañía, sumándose así a la racha negativa por la que atraviesan otras franquicias del sector, como Expofinques, que hace unos meses presentó concurso de acreedores, la estadounidense Coldwell Banker, o Don Piso, cuya propietaria, la promotora Habitat, podría estar en venta, según publica este miércoles el diario El País.

Sábado, 02-08-08J. C. V.
BARCELONA. Fincas Corral, propiedad de Calixto Corral, ha sido vendida a un grupo de inversores, según supo ayer ABC de fuentes cercanas a la operación. La compañía, presidida por Calixto Corral, se había convertido en la líder del sector de la intermediación inmobiliaria en España.
A lo largo del año 2007, la red de oficinas se redujo casi a la mitad en un plan de adaptación al frenazo que ya se empezaba a experimentar entonces en el mercado de venta de viviendas de segunda mano. Tras el verano del año pasado, el parón de ventas fue en seco a consecuencia de la crisis de las hipotecas «subprime» norteamericanas, situación que se agravó con la crisis de liquidez en los mercados financieros.

Un inversor catalán compra la red inmobiliaria Fincas Corral


LL. PELLICER - Barcelona
EL PAÍS - Economía - 07-08-2008

Análisis, Desarrollo y Gestión Empresarial, propiedad del empresario catalán Josep Xicola, ha adquirido Fincas Corral, la que fuera una de las principales redes de agencias inmobiliarias españolas, por una cantidad que ambas sociedades han declinado facilitar. Según fuentes del sector, la empresa que antes presidía Calixto Corral sufría serias dificultades, hasta tal punto que sus casi 300 trabajadores llevan entre dos y tres meses de retraso en el cobro de sus nóminas.

Xicola dijo ayer que su plan de viabilidad para la empresa no prevé despidos y sostuvo que pondrá al día a la empresa de los pagos pendientes. Los últimos datos declarados por Fincas Corral al Registro Mercantil corresponden a 2005, cuando la firma facturó 36,8 millones de euros y tenía unos fondos propios de 14 millones. En apenas dos años la empresa ha perdido alrededor de la mitad de las oficinas y se ha quedado, según Xicola, con unas 200, repartidas en España, Portugal, Andorra, Panamá, México y Hungría. La compra de la sociedad, añadió, se debe a su participación como intermediario en una compraventa de suelo en Andalucía por parte de un grupo norteamericano. "Necesitaba una estructura para vender luego sus promociones", afirmó.

El inversor José Xicola se instala en Fincas Corral

Publicado el 07/08/2008, por Pilar Riaño

En épocas de crisis, también afloran nuevos proyectos. El nuevo propietario de Fincas Corral, una de las principales compañías españolas de intermediación inmobiliaria –a pesar de que su estructura se ha resentido de la caída de las ventas–, se llama José Xicola Fajas.

Su nombre no era conocido, hasta ahora, en el sector, pero si los planes que promete se hacen realidad, comenzará a serlo. El empresario, dedicado hasta ahora a la “compra de empresas en crisis para reflotarlas” –como él mismo explica–, asegura que utilizará Fincas Corral para gestionar un complejo lúdico y comercial en la costa andaluza.

La adquisición de Fincas Corral, hasta ahora controlada al 100% por su fundador, Calixto Corral, se ha realizado a través de la sociedad Análisis Desarrollo y Sociedad Empresarial, cuyo administrador único es, según consta en el Registro Mercantil, José Xicola. El importe de la operación no ha trascendido.
El nuevo propietario de la empresa no tiene intención, según explica, de reducir la plantilla de Fincas Corral. La compañía, que llegó a contar con cerca de mil empleados, dispone actualmente de 385 trabajadores. La caída de las ventas perjudicó fuertemente a la empresa, que hace un año cerró la mitad de sus oficinas. La intención de Xicola es mantener unas doscientas delegaciones en España, además de las de países como México, Panamá, Hungría, Italia, Alemania, Francia y Ecuador.
Datos
El inversor no quiere facilitar datos económicos sobre Fincas Corral. Según las últimas cifras disponibles en el Registro Mercantil, la empresa registró en 2005 unas ventas de 36,79 millones de euros y ganó 2,9 millones. El patrimonio neto de la compañía ascendía a 14,17 millones, con un endeudamiento de 11,46 millones. “La deuda financiera es abultada, tendremos que renegociarla con la banca”, explica.
El próximo sábado, los trabajadores de la empresa –agrupados en el colectivo Gallinas del Corral– han convocado una manifestación para denunciar la situación. Xicola reconoce que “la plantilla lleva tres meses sin cobrar, pero se debe a la gestión previa”. Asegura que su intención es regularizar la situación.
Génesis
Hasta aquí, la compraventa de Fincas Corral no se aleja de otras realizadas en el sector. La génesis de la operación resulta, en cambio, llamativa si se tiene en cuenta que la mayoría de las inversiones en el sector inmobiliario están paralizadas. Xicola explica que, hace aproximadamente dos años, un grupo de inversores estadounidenses –a través de la sociedad Invert Group– le encargó la compra de cinco millones de metros cuadrados en Andalucía. Invert Group está representada en España por Voxtime, administrada por Giovanni Gronchi.
El objetivo de los inversores estadounidenses es, según Xicola, construir un complejo lúdico y comercial en Almería, donde, según él, se acaban de comprar los terrenos. “Yo actúo como un intermediario y cobraré el 10% de la compraventa de los terrenos”, sostiene. El nuevo propietario de Fincas Corral no quiere dar a conocer la inversión que Invert Group prevé destinar al proyecto. La operación parece que se lleva en secreto, ya que ninguna de las fuentes del sector inmobiliario almeriense consultadas por EXPANSIÓN tiene constancia de ella.
Xicola prosigue con su historia y explica que Invert Group le ofreció continuar vinculado al futuro complejo con la búsqueda de los operadores: cadenas hoteleras, gestores comerciales e, incluso, empresas de juego, ya que el proyecto promete repetir el anunciado en Los Monegros. “Hace dos años que iniciamos la búsqueda de terrenos y hace uno que los localizamos –dice–; la polémica en Aragón nos ha hecho mucho daño”.
Pero para poder seguir en la iniciativa de construir un Las Vegas en Almería, a Xicola le exigieron, según recuerda, que buscase una marca comercial con fuerza en España. A partir de ahí, el inversor utilizó sus relaciones personales y encontró a Calixto Corral, dispuesto a vender su compañía para alejarse del maltrecho sector inmobiliario. “Hace cuatro meses que empezamos a negociar con Calixto Corral –explica Xicola–; queremos mantener la actividad de la empresa, aunque vengan dos años muy duros”.


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